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A
artista não se rende à criação
de pequeno porte, embora passe também por ela. A
obra assume preferencialmente o caráter da monumentalidade,
contrastando com seu exacerbado comportamento feminino e
fragilidade física.
O ferro, em seu estado natural e rústico da fundição,
transforma-se em blocos enormes, que apesar do peso, assumem
um agradável aspecto de leveza, pela elegância
das formas e movimentos, que resultam em belas esculturas,
compostas por espaços densos, entrecortados por vazios
e transparências gradeadas, que harmonizam e equilibram
a obra.

Crítica
de Arte pela Associação Brasileira de Críticos
de Arte
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